segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Perdeu-se no ar


Transeunte, caminha sem pressa
Não tem lugar certo para chegar,
Passa em frente á igrejas
Mas não pára, para rezar.
E na calçada do cemitério
Ali presta á atenção,
Imaginando o fim
Do bater de coração.
Continua á caminhar
Mas agora pressa começa a ter,
Aí acelera os passos
Para chegar e escrever.
Toda a sua mente começa a fermentar,
Como algo num forno
Prestes a se queimar.
Pensamentos idiotas e alucinações,
Rimas suficientes
Para escrever várias canções.
E o medo que sua imaginação suma
Toma conta de sua alma,
Então respira fundo
E começa a ter mais calma.
Pois seu destino já está próximo
E a sua parada começa a avistar,
Mas não adiantou nada
Rápido chegar,
Por que sua inspiração
Com a pressa perdeu-se no ar!!!!

By- Juliana Bizarria

Um comentário:

ancermo disse...

Sem comentários..apenas parmadas e mais parmadas de parma....amendoro esse poema vosso que nunca se perde no ar,pois sempre em minha mente a de ficar..uiaaa Juh Juzica especiar de bão.