domingo, 6 de junho de 2010

Não Quero...


Não quero ouvir o silêncio eloqüente

De nenhuma frase muda,

Ouvir minha fala embargada

Minha pálpebra grudada

E minha voz aguda.


Quero os gritos no silêncio

Quero festa quero fogo,

Quero o mundo ardendo em pólvoras

Explodindo qualquer jogo.


Que o sol estático lá de cima

Ganhe vida e se espalhe,

Beije o céu, a terra

Beije tudo, beije os mares.


Não quero lagrimas

Nem escuridão,

Quero risos

Quero cores,

Não quero ressequida

Minha ida, feito flores.


By – Juliana Bizarria

Um comentário:

Sue Ellen Albernaz disse...

Você escreve muito bem! Parabéns! Eu também costumava escrever. Não sei por que parei.

Bjs